Pequenas reticências…

Archive for Janeiro 2012

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Rua vazia, quase como

Ilha deserta

Casas acesas

Ares de rosas

Rosas de perfumes

De noite, a chuvinha

Orvalho é choro de lua

 

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De longe, eu via

Algumas flores

Nascidas em março

Ia e vinha pequeno pássaro:

Elas ganhavam um beijo e

Ligeiras lhe davam um abraço.

 

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Você é do tipo que realmente gosta de filmes de arrepiar, mas de quebra curte sempre dar boas risadas? Se sim, aqui está uma boa opção: A Noiva-Cadáver (Corpse Bride, EUA, 2005). Em um vilarejo europeu do século XIX, Victoria é prometida em casamento ao jovem e rico Victor. Após se apaixonarem à primeira vista, Victor se casa, acidentalmente, com Emily, uma noiva-cadáver, que o leva para o mundo dos mortos. Lá Victor descobre duas coisas: que a vida após a morte é mais divertida e que não consegue viver longe do seu verdadeiro amor.

A Noiva-Cadáver, provavelmente uma das mais conhecidas e apreciadas animações do cinema, foi dirigida por Tim Burton e é um filme inspirado em um conto muito conhecido do folclore russo.

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Vítor queria crescer logo para parar de ter aqueles medos.
De aranha, de barulho, de sombras… Mas o pior deles era o medo do escuro. Sempre deixava uma luz acesa. Até que…

Era verão e estava muito calor. Vítor dormia quando o pai entrou no quarto e viu que ali estava realmente quente. Deixou a janela um pouco aberta e a luz do corredor acesa. Mas acontece que o vento soprou forte, fechando a porta. Vítor acordou com o barulho pensando que, provavelmente, fosse um monstro. Então ele viu o quarto todo escuro. Começou a tremer vendo monstros ali, perto da janela; aqui, perto do criado-mudo; lá, perto da porta. Eram monstros altos, baixos, de dentes afiados. Todos querendo alcançá-lo com seus braços longos.

Não aguentando mais de medo, pulou da cama cantando (pois quem canta seus males espanta) e correu até o interruptor de luz. Acendeu. Viu que os monstros foram todos embora e no lugar deles ficaram roupas penduradas, luminárias, brinquedos e cortinas que se balançavam com o vento.

A partir daquele dia, o menino não quis mais crescer tão rápido. Viveria sua época de criança como deveria ser: brincando… e imaginando.

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Crime em São Paulo: vizinho não diz bom-dia para vizinha.

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Fechamento do ano com saldo positivo: foram 365 dias com ninguém furando filas.

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Saldo positivo também nas escolas: alunos leem dois livros por mês a mais que no ano passado.

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Agora é lei! Congresso declara ser obrigatório todo cidadão olhar para a lua ao menos uma vez por semana.

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Mercado em queda: mais uma fábrica de cigarros vai à falência.

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Restaurante no centro dá sobremesa grátis para quem comer legumes e verduras.

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Nove entre dez cidades brasileiras são consideradas as mais limpas do mundo.

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Cada vez mais a população deixa de usar carros para ir com transporte público. Poluição caiu pela metade.

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Festas e shows sem bebidas alcóolicas são os mais procurados pelos jovens.

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Passeata nostálgica: mais de cinco milhões de pessoas se reuniram para lembrar os tempos da intolerância e celebrar os dias atuais.

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Distribuição de livros gratuitos hoje no centro.

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Chuva de estrelas causa espanto e sorrisos nessa noite.

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Neve em dezembro no hemisfério sul: receita de chocolate quente para agradar o inverno fora de hora.

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Praias celebram mais um ano sem poluição em toda a costa brasileira.

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Golfinhos são vistos brincando no Rio Tietê. Veja foto do leitor.

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Em vídeo, represente do Oriente Médio pede desculpas à América.

Em declaração, América afirma: “Não é só de vocês a culpa”.

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Oito em cada dez orfanatos fecham por ano. Pais que procuram adoção sofrem a espera da falta de crianças.

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Tiroteio em São Paulo coloca milhões de bolhas de sabão no céu do centro.

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Guerra na praça central: travesseiros são usados como armas. Triste notícias para os garis.

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Objeto não identificado foi visto por milhões de pessoas nessa noite. Especialistas afirmam: era Papai-Noel.

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Já aprendemos aqui a fazer origâmi de cisne. Mas existem mais outras milhões de coisas que podemos fazer com papel. Vamos aprender mais uma?

1

Corte várias folhas do jornal ao meio e enrole-as, fazendo canudos de aproximadamente 7 mm de espessura. Para não desenrolarem, passe cola branca no final das pontas.

2

Emende um canudinho no outro, de dois em dois, usando a cola, de modo a formar sete canudos compridos. Separe os canudos que sobrarem, pois você vai utilizá-los depois. Com os sete canudos, faça uma cruz, colocando três canudos na vertical, um ao lado do outro, e quatro na horizontal. Essa cruz será a base da nossa cesta.

3

Deixe a cruz bem firme (se necessário, use a cola branca) e separe as pontas dos canudos, fazendo a cruz virar uma espécie de estrela. Depois disso, é só começar a tecer: pegue um dos quatro canudos que ficaram na vertical e use-o como agulha. Vá circulando com ele, tecendo em forma de zigue-zague os outros canudos, que automaticamente irão subir, formando a cestinha. Pegue os canudos que sobraram e emende-os, com cola, no canudo com o qual você estava tecendo. Vá emendando e tecendo até completar a cesta. Pare quando faltarem 15 cm das hastes.

4

Esses 15 cm serão o acabamento da cesta. Introduza suas pontas, em forma de arco, nos espaços da última carreira, entrelaçando e formando a borda da cesta.

Se quiser, inclua uma alça com dois canudos entrelaçados e prenda-a na cesta.

Sua cesta pode ser colorida com tinta plástica ou ficar ao natural. Duas demãos de verniz, por fim, darão à sua cestinha um toque de acabamento todo especial.