Pequenas reticências…

Archive for Julho 2013

Era uma vez uma pata que chocava seus ovos com alegria. Quando ouviu o primeiro “trec”, levantou-se num salto, e viu uma brechinha na casca de um dos ovos. Logo todos os patinhos estavam ali. Era um mais lindo que o outro. Mas um deles chamava a atenção: era tão grande e desajeitado… Logo as outras patas começaram a dizer:Imagem

— Quem é esse?

— Não suporto nem olhá-lo!

— É tão desajeitado! Tão feio!

Então ele resolveu fugir. Correu o mais rápido que pode. No caminho, encontrou um lago com lindas aves brancas nadando com suavidade. “Ah, se eu fosse bonito como eles!”, pensou o Patinho Feio. Temendo que eles fugissem com sua feiura, se afastou.

E continuou a fugir. Enfrentou caçadores e cães com dentes afiados, enfrentou uma camponesa que queria que ele virasse ensopado. Enfrentou frio, muito frio no inverno que chegou. Quase morreu, o pobre coitado. Dormia triste todas as noites, e quando acordava ficava mais triste ainda, pois via que o frio ainda estava ali. Onde estaria o Sol?

Certa noite, o patinho foi dormir tristíssimo. Chorava mansinho, abafando o som com suas asinhas. Mas após uma noite de lágrimas, veio a manhã com alegria. E quando acordou viu as flores, o verde e o Sol!

Era a linda primavera chegando com seus cheiros e sabores! O lago não estava mais congelado, e ele pode se olhar novamente. Pensando que veria seu reflexo feio, se assustou: viu no lugar uma bela ave branca, como aquelas que ele havia visto antes. Ele não era mais um

patinho, era um grande cisne branco.

Não longe dali ele viu um bando de cisnes nadando. Aproximou-se de mansinho, temendo as bicadas. Elas não vieram. Ao contrário, ele foi acolhido pelo grupo. Então ele chorou pela primeira vez de alegria.

Lembrou-se de tudo que passou. Era tanta alegria! Os cisnes vieram ao seu encontro, de asas abertas, fazendo carinho com os bicos e as asas. E assim o Patinho Feio se tornou o pato mais feliz do mundo, mesmo não sendo pato. E depois daquele dia, não sentiu mais frio, mesmo no inverno.Imagem

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Imagine uma floresta com um único grande campeão… Assim é a floresta onde mora Zé Lebre, o animal mais veloz do mundo! Todos os dias ele desfila suas medalhas de ouro pela mata. E ninguém ousa desafiá-lo. Até que um dia, uma simpática tartaruga chamada Vivi se muda para perto dali, e começa a correr todos os dias de manhã. Logo os outros bichos começam a imitá-la, e a malhação se torna um hábito entre todos. Zé Lebre percebe que seu reinado de único campeão está prejudicado. Desafiado, Zé Lebre precisará mostrar a todos que é muito mais rápido que a lenta Vivi. Será que a história vai se repetir?